Nascido em 1930, Carlos Alberto Brito era pessoa afável e participativa e um fervoroso aficionado da tauromaquia coruchense. Desde jovem começou a registar encontros de família, eventos regionais, tradicionais, ocorrências marcantes no burgo. 

O convívio com as figuras da tauromaquia levou-o a tornar-se fotógrafo profissional e frequentador das trincheiras das praças de touros.


O seu espólio fotográfico chegou ao Museu em três momentos:

     -  Em 2007 pela mão do então gerente da Gráfica Moderna, onde tinha estado depositado desde o falecimento do fotógrafo, em 1987.

     -  Em 2014, depois dos contactos efetuados com a família, nomeadamente uma sua sobrinha Maria José Quintino, uma vez que Carlos Brito não casou nem teve filhos.

     -  Em 2016 por intermédio de João Galamba, em nome da extinta Associação Taurina de Coruche, onde se encontravam depositadas.

Abarca os anos de 1969 a 1981, com mais de 550 reportagens, perfazendo cerca de 33 500 negativos e 650 provas, além de outros objetos.

Os negativos incorporados em 2007, depois de limpos e digitalizados, acondicionados em embalagens apropriadas, devidamente identificados, e acomodados no Centro de Documentação, encontram-se disponíveis para consulta. Os que deram entrada em 2016 encontram-se em fase de tratamento, limpeza, digitalização e reacondicionamento.

 

 

 

 

 

 

Atualizado em 30-04-2020